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Caldense perde para o Cruzeiro na estreia do Campeonato Mineiro.
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Partida em Sete Lagoas terminou em 3 a 0.
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A Caldense estreou com derrota, neste domingo (30), pelo Campeonato Mineiro. A equipe perdeu por 3 a 0 para o Cruzeiro, em partida realizada no Estádio Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.
Os gols da raposa foram marcados todos no segundo tempo, por Wellington Paulista, aos 20 minutos, Diego Renan, aos 23, e por Dudu, aos 40. A derrota deixou a Caldense na lanterna do campeonato, assim como o Ipatinga, que perdeu de 5 a 0 para o Guarani. Com a vitória, o Cruzeiro está na liderança da competição, logo atrás do Guarani no saldo de gols.
O time de Poços de Caldas faz o primeiro jogo em casa no dia 2 de fevereiro, contra o América.
Confira os jogos da primeira rodada do Campeonato Mineiro
Guarani 5 x 0 Ipatinga
Cruzeiro 3 x 0 Caldense (17h)
Funorte 1 x 2 Atlético (19h30)
Democrata-GV x América-TO (31/01, às 20h30)
América 1 x 1 Uberaba
Tupi 1 x 1 Villa Nova
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Rivaldo é apresentado pelo São Paulo em Cotia.
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Rivaldo vestiu pela primeira vez a camisa do São Paulo nesta sexta-feira. Às 11h39, o novo reforço do Tricolor recebeu o uniforme das mãos do presidente Juvenal Juvêncio, no centro do campo principal no CT de Cotia, e foi apresentado oficialmente pelo clube.
Assim que recebeu o abraço do mandatário, Rivaldo foi aplaudido por um grupo de torcedores e fez embaixadinhas, vestindo a camisa número 10. O jogador deixou a timidez de lado e sorriu bastante neste início de contrato, que se estenderá até o fim do ano.
Antes da apresentação, Rivaldo participou de seu primeiro treino no clube, atuando entre os reservas em coletivo realizado pelo técnico Paulo César Carpegiani. Aos 38 anos, o meio-campista se movimentou bastante e até teve chance de marcar um gol, mas sua batida foi defendida por Rogério Ceni. Na parte da atividade de finalizações, o atleta balançou as redes.
Aliás, a contratação pelo São Paulo partiu de uma conversa com o capitão são-paulino. Presidente do Mogi Mirim, Rivaldo visitou o vestiário do São Paulo depois da partida entre os clubes, na abertura do Paulistão.
O primeiro grande clube paulista que defendeu foi o Corinthians, depois de se destacar no Carrossel Caipira de Mogi Mirim. Porém, o atleta só se destacou na segunda oportunidade que teve na capital paulista, vestindo a camisa do Palmeiras.
Com as cores do time de Palestra Itália, o jogador virou ídolo e até cogitou voltar ao clube no ano passado, mas o time não levou adiante a negociação. Agora, Rivaldo chega ao terceiro clube da capital, com a responsabilidade de brilhar novamente.
Com a documentação regularizada, o jogador precisa apenas aprimorar a forma física para estrear pelo clube. Antes de chegar ao CT de Cotia, o reforço conversou com o restante do elenco no CT da Barra Funda.
Nascido em Recife, Rivaldo Vitor Borba Ferreira tem no currículo os seguintes clubes: Santa Cruz, Mogi Mirim, Corinthians, Palmeiras, La Coruña e Barcelona (da Espanha), Milan (Itália), Cruzeiro, Olympiacos e AEK (da Grécia) e Bunyodkor (Uzbequistão).
Eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa em 1999, Rivaldo ainda se destacou no pentacampeonato da seleção brasileira, em 2002.
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Corinthians só empata com o Tolima e preocupa sua torcida.
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Foi o terceiro empate consecutivo do Corinthians em 2011. Após os tropeços diante de Noroeste e Bragantino, o técnico Tite garantia que a sua equipe seria mais contundente na noite desta quarta-feira. Não foi o que aconteceu. O futebol pouco atraente se repetiu no 0 a 0 com o colombiano Tolima, pela pré-Libertadores, e motivou até algumas vaias de torcedores no Pacaembu.
Com o resultado, o Corinthians jogará por um novo empate, desta vez com gols, ou pela vitória no jogo de volta em Ibagué, Colômbia, no dia 2 de fevereiro. Outra igualdade por 0 a 0 levará a decisão para os pênaltis. O confronto vale uma vaga para o grupo 7 da Copa Libertadores da América, considerado um dos mais difíceis, com Estudiantes, da Argentina, Cruzeiro, e Guaraní, do Paraguai
Antes de se preocupar com a Libertadores, no entanto, o Corinthians precisará reagir também no Campeonato Paulista. O adversário de domingo será o São Bernardo, no Estádio 1º de Maio. Tite pretende utilizar uma equipe reserva no final de semana, para preparar os titulares para o jogo decisivo contra o Tolima.
O jogo - A empolgação habitual marcou o início da nona participação do Corinthians em uma Copa Libertadores da América, agora na fase classificatória para a etapa de grupos. Sob foguetório e cantoria intensos, a equipe comandada por Tite entrou em campo liderada pelo lateral direito Alessandro, que se recuperou de catapora para disputar o seu primeiro jogo na temporada.
O começo da partida também seguiu conforme o previsto. O Corinthians se deixou levar pela euforia de sua torcida e foi mais ofensivo desde os primeiros minutos, com o trio de atacantes formado por Ronaldo, Dentinho e Jorge Henrique. O Tolima parecia tímido como os seus torcedores, que tiravam fotos, admirados, de um bandeirão aberto pelos corintianos no tobogã do Pacaembu.
Mas, com o tempo, as deficiências apresentadas pelo Corinthians nos empates com Noroeste e Bragantino se repetiram. O time tinha dificuldades para transpor a retranca armada pelo Tolima, bem aplicado taticamente. Com duas linhas defensivas, os colombianos deixavam apenas o irreverente Wilder Medina na frente. O atacante que chamou Ronaldo de "gordinho" só não era mais perigoso porque ficava impedido com frequência.
Alguns jogadores do Corinthians ainda sofriam com a falta de ritmo de início de temporada. Alessandro, substituto do machucado Moacir, levava as mãos aos joelhos, cansado, com menos de meia hora de partida. Foi naquele instante que a equipe criou a sua melhor (e única) chance de gol no primeiro tempo: o meia Bruno César cruzou da direita, e o pequenino Jorge Henrique cabeceou para fora.
Aquela investida do Corinthians não foi suficiente para satisfazer sua torcida. Quando o árbitro chileno Enrique Osses encerrou o primeiro tempo, alguns corintianos posicionados na área VIP e na numerada descoberta do Pacaembu vaiaram. Outros, sentados nas arquibancadas, gritaram para manifestar apoio. E a maioria ameaçou em coro, antes de o time voltar a campo: "Se o Corinthians não ganhar, o pau vai quebrar!".
A equipe de Tite sabia que estava pressionada no segundo tempo. O apagado Dentinho berrou com seus companheiros, cobrando empenho, assim que eles se acomodaram no gramado. A torcida voltou a incentivar: "Raça, Timão, você é tradição!". Com menos de um minuto, contudo, o Tolima assustou com Murillo, que avançou pela direita e chutou cruzado. O goleiro Julio Cesar respirou, aliviado, quando a bola saiu pela linha de fundo
Tite decidiu entrar em ação. Trocou o meia Bruno César por Edno, para insatisfação de alguns torcedores. O Corinthians continuou apático após a alteração, mas quase já não era mais incomodado pelo Tolima. O treinador tentou modificar o panorama da partida novamente, com Marcelo Oliveira e Danilo nos lugares de Roberto Carlos e Dentinho. Já o rival substituiu Castillo e Medina por Marrugo e Giménez.
Nos minutos finais, o Corinthians passou a pressionar o Tolima sem organização tática. O nervosismo era nítido nas jogadas dentro de campo e nos semblantes dos torcedores. Muito mais calmos, sob orientações do satisfeito treinador Hernán Torres, os colombianos valorizavam a posse de bola sempre que podiam. Só se assustaram outra vez quando uma cobrança de falta do zagueiro Chicão acertou a rede - pelo lado de fora
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Empate com gols satisfaz Renato Gaúcho, apesar da atuação.
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Técnico do Grêmio admite rendimento abaixo do normal, mas valoriza o 2 a 2.
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Fazendo a ressalva ao desempenho que, ele admite, não repetiu as atuações de 2010, o técnico Renato Gaúcho destacou a importância de um empate com gols fora de casa. O 2 a 2 conquistado contra o Liverpool-URU no Estádio Centenário, na noite desta quarta-feira, permite ao Grêmio classificar-se ao Grupo 2 da Taça Libertadores com empates em 0 a 0 ou 1 a 1, na próxima semana, em Porto Alegre.
- Sem dúvida nenhuma foi importante o resultado. Não jogamos o que poderíamos, mas foi importante fora de casa - disse Renato
O treinador do Grêmio reiterou que o Liverpool-URU foi respeitado, e que ambos disputaram uma 'Copa do Mundo':
- Em nenhum momento menosprezamos o nosso adversário, para eles era uma Copa do Mundo, e para nós também. Ficamos um pouco abaixo, mas o resultado foi muito bom, porque na próxima quarta-feira jogamos na frente da nossa torcida.
Renato Gaúcho disse ainda que o Grêmio não deixou de lutar, mesmo que tecnicamente alguns lances não tenham dado certo.
- O Grêmio num todo não teve a atuação de costume, o Grêmio está bem acima disso. Pré-Libertadores ou Libertadores para mim é a mesma coisa, foi um jogo disputado. Minha equipe não deixou de lutar nenhum minuto
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Mano chama Julio César e deixa fora jogadores que atuam no Brasil.
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Lista com 23 nomes tem estreia de Renato Augusto, Breno e Jadson.
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O técnico Mano Menezes escolheu os modelos que vão estrear a roupa nova da Seleção Brasileira no amistoso contra a França, dia 9 de fevereiro, em Paris. O treinador anunciou no início da tarde desta terça-feira a lista com os 23 convocados em um hotel em São Conrado, na Zona Sul do Rio de Janeiro.
A lista teve ausências importantes, mas previstas. Mano informou que optou por não chamar nenhum jogador que atua no futebol brasileiro por causa do início de temporada.
A expectativa pela volta de jogadores importantes na Copa do Mundo de 2010 se confirmou apenas em uma posição: o goleiro Julio César retornou à lista. Já o lateral Maicon e os zagueiros Juan e Lúcio novamente não foram chamados. Entre as novidades, os nomes dos meias Renato Augusto (ex-Fla e atualmente no Bayer Leverkusen) e Jadson
(ex-Atlético-PR e que defende o Shakhtar). Outra curiosidade da lista é que nenhum brasileiro que joga no futebol francês foi chamado
O adversário do primeiro teste de 2011 não traz boas lembranças recentes aos brasileiros. As equipes não se enfrentam desde as quartas de final da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha. Na ocasião, Zidane teve grande atuação e Henry marcou na vitória por 1 a 0 dos "Bleus".
Já no Stade de France, o duelo mais importante aconteceu na final da Copa de 1998 e os franceses levaram a melhor: triunfo por 3 a 0 e título mundial
Confira a lista:
Goleiros:
Julio Cesar (Inter)
Gomes (Tottenham)
Neto (Fiorentina)
Laterais:
Daniel Alves (Barcelona)
Rafael (Manchester United)
Marcelo (Real Madrid)
André Santos (Fenerbahçe)
Zagueiros:
Breno (Bayern)
David Luiz (Benfica)
Thiago Silva (Milan)
Luisão (Benfica)
Meias:
Lucas (Liverpool)
Ramires (Chelsea)
Sandro (Tottenham)
Elias (Atlético de Madri)
Hernanes (Lazio)
Anderson (Manchester United)
Renato Augusto (Bayer Leverkusen)
Jadson (Shaktar)
Atacantes:
Robinho (Milan)
Alexandre Pato (Milan)
André (Dínamo de Kiev)
Hulk (Porto)
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Brasil falha atrás e só empata com a Bolívia, mas se classifica.
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A seleção brasileira deu adeus ao aproveitamento de 100% no Sul-americano Sub-20. Neste domingo, em Moquegua, o time de Ney Franco abusou dos erros defensivos e cedeu o empate por 1 a 1 com a Bolívia, mas garantiu a vaga antecipada na próxima fase da competição.
Apesar de ter criado mais chances para balançar as redes, o Brasil deu espaço atrás para a Bolívia. Assim, Henrique abriu o placar para a equipe canarinho na primeira etapa, mas Ríos igualou o placar depois de vencer Bruno Uvini na corrida.
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Com o placar, a seleção brasileira segue na liderança do grupo, com sete pontos, enquanto os bolivianos têm apenas um.
O Brasil volta a campo na madrugada de terça para quarta-feira, 00h10 (de Brasília), novamente em Moquegua. Já a Bolívia tem compromisso na noite de terça, contra a Colômbia.
O jogo: Diante de uma das seleções mais frágeis da competição, o Brasil se sentiu na obrigação de partir para o ataque, mas não esperava que a Bolívia formasse uma retranca tão sólida. Lucas se aventurou em jogada individual na área, mas o goleiro Cardenas saiu para abafar nos pés do são-paulino.
Na resposta, depois de cobrança de escanteio, Cuellar subiu mais que a defesa canarinho para cabecear, exigindo boa intervenção de Gabriel. Os bolivianos fecharam ainda mais a defesa e impuseram dificuldades para o ataque brasileiro.
Mesmo assim, o time de Ney Franco continuou mais presente no ataque. Alex Sandro avançou pela esquerda e cruzou. A bola passou por Neymar e chegou para Henrique, que emendou de primeira, rente à trave do goleiro Cardenas, que sequer teve tempo de sair do lugar. Na jogada seguinte, Neymar dominou no peito na área e, em vez de rolar para Casemiro, arrematou fraco, para fora.
Como a Bolívia não se arriscava no ataque, Zé Eduardo recebeu completamente livre pela esquerda e em condições de chutar, mas tentou cruzar e desperdiçou a chance. A pressão brasileira aumentou, e a Bolívia ficou acuada na defesa. Mas Casemiro arrancou pela direita da área e bateu cruzado, na trave.
E o Brasil percebeu que o lado esquerdo da zaga boliviana tinha um buraco. Assim, Willian José avançou pelo setor e chutou forte. O goleiro espalmou e a bola ainda desviou na trave antes de sair.
Diante de tanta pressão, o Brasil abriu o placar, aos 41 minutos. Danilo cruzou da direita para a área, e Henrique emendou de primeira um chute fraco e rasteiro. Mas Cardenas falhou e não conseguiu fazer a defesa. Depois do gol, a Bolívia se lançou ao ataque, sem ameaçar até o fim da etapa.
No segundo tempo, Neymar tentou chamar a responsabilidade e cobrou falta com muita categoria, exigindo ótima defesa de Cardenas. Em seguida, as duas seleções passaram por alterações. Danilo e Zé Eduardo deixaram o campo para as entradas de Galhardo e Oscar, no Brasil. Do outro lado, Becerra substituiu Hoyos.
Mais uma vez, os brasileiros ameaçaram. Neymar dominou entre a defesa, avançou até a área e bateu em cima do goleiro. Na resposta, Chumacero recebeu na área e exigiu boa defesa de Gabriel.
A Bolívia passou a se arriscar mais no ataque, mas levou um susto com o cabeceio de Juan, que carimbou a trave. Mas a seleção boliviana aproveitou uma falha do sistema defensivo brasileiro para empatar. Ríos recebeu no meio-campo sozinho com Bruno Uvini, que escorreu ao tentar roubar a bola. O atacante saiu em velocidade, invadiu a área e chutou para as redes.
Nos minutos finais, Diego Maurício (substituto de Henrique) mandou no travessão.
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Após atuação de gala, Neymar exalta diversão e minimiza pancadas.
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Quase todos os jogadores da seleção brasileira, sobretudo o capitão Bruno Uvini, deixaram o campo insatisfeitos com a arbitragem após a vitória por 4 a 2 sobre o Paraguai, na estreia pelo Sul-americano Sub-20. O motivo das reclamações era a violência dos rivais e a conivência da arbitragem, que não coibiu com cartões as duras entradas recebidas, principalmente, pelo atacante Neymar.
Autor de todos os gols verde-amarelos no duelo, o jovem santista deixou o gramado feliz da vida e nem mostrou estar preocupado com as pancadas sofridas. "Me diverti mais do que me irritei", declarou o já artilheiro isolado da competição que dá aos dois primeiros colocados a qualificação direta às Olimpíadas de Londres, no ano que vem. |
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Apesar de admitir que teve uma de suas melhores atuações na carreira, o jogador não esqueceu de elogiar os companheiros. "Se o Bruno Uvini, o Juan, o Alex Sandro, o Danilo e os outros não corressem, eu não conseguiria marcar os gols e a gente não venceria", acrescentou o camisa 7.
Os gols, os dribles e a ousadia do garoto brasileiro chamaram a atenção do público em Tacna. No entanto, não são novidade no Brasil: em 2010, pelo Santos, ele conseguiu marcar cinco gols na mesma partida, marca recorde em sua carreira como profissional. A façanha foi realizada em goleada por 8 a 0 sobre o Guarani, pela Copa do Brasil, na Vila Belmiro.
'Time de guerreiros' - Apesar de se dizer "todo quebrado", o são-paulino Lucas também deixou a arbitragem de lado e preferiu exaltar a atuação brasileira. "Primeiro passo dado! Time de guerreiro!", escreveu o jogador em seu twitter. "Subimos o primeiro degrau, vamos em busca do topo. Conto com a torcida de todos vocês".
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Cruzeiro apresenta mais dois reforços para 2011: Leandro Guerreiro e Reis.
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Volante e atacante vestiram a camisa celeste pela primeira vez esta tarde.
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Na tarde desta segunda-feira (17), a diretoria celeste apresentou mais dois reforços na Toca da Raposa II: o volante Leandro Guerreiro, ex-Botafogo, e o atacante Reis, com passagens por times mineiros como Tupi e América-MG - mas que, em 2010, disputou a Série B do Brasileirão pela Ponte Preta.
Leandro, de 32 anos, é velho conhecido de Cuca, já que trabalharam juntos no Botafogo. O jogador, que atua como primeiro volante, é homem de confiança do treinador que, em algumas oportunidades, o escalou como zagueiro.
Leandro relembra as experiências, mas diz que prefere atuar no meio.
- Ainda não falei com o Cuca (sobre a posição em que vai jogar), mas tivemos um bom convívio no Botafogo, onde atuei também como zagueiro. Prefiro jogar no meio do campo mas, se ele precisar, posso jogar de zagueiro. Creio que não terei dificuldades.
Revelado pelo Internacional, o jogador comemora o fato de ter sido contratado pelo clube mineiro. E ressalta a importância de disputar, pela primeira vez, a Taça Libertadores da América.
- Recebi a proposta como um sonho. Um jogador de 32 anos receber uma proposta como essa é uma honra. Já havíamos feito contato em 2010, mas só agora deu tudo certo. Fui bem no Botafogo e, agora, espero retribuir esse carinho da torcida. O elenco tem muitos jogadores de qualidade e todos têm de estar preparados. São muitas competições, além da Libertadores. Assim que surgir uma oportunidade, a gente tem que estar preparado.
Atacante explica mudança de nomeCom passagens pelo futebol mineiro, quem conhece o atacante Reis, sabe que, mesmo com a curta carreira, algo já mudou. Foi o nome do jogador - que nas passagens por Tupi e América-MG era conhecido como David.
- Mudei meu nome quando cheguei na Ponte Preta. Na época, eram três Davids no elenco. Aí eles preferiram me chamar pelo sobrenome, que é Reis. E a mudança foi boa, porque comecei a marcar mais gols.
Quando atuava no futebol mineiro, Reis costumava ser um centroavante no estilo mais antigo, fixo dentro da área e finalizador. Ele explica que a experiência em São Paulo o fez mudar um pouco o jeito de jogar.
- Mudei um pouco as minhas características. Não sou mais um centroavante parado. Os treinadores em São Paulo exigiam que eu tivesse mais mobilidade pelos lados do campo. Felizmente me adaptei e, hoje, tenho essa característica.
Sobre o fato de o elenco celeste ter vários atacantes e sobre as críticas que o setor vem recebendo desde o fim de 2010, o jogador espera conquistar o seu espaço.
- Vou me esforçar muito para estar no time. Vou brigar pelo meu espaço. São todos jogadores de qualidade, mas vim aqui para ser titular.
Mais um reforço
De acordo com o diretor de futebol do Cruzeiro, Dimas Fonseca, mesmo com a chegada de Reis e Ortigoza, o clube não descarta a contratação de outro camisa 9.
- Isso (as contratações) não impede que cheguem outros jogadores para a posição. Fizemos vários contatos que não deram certo, mas podemos trazer algum outro jogador para o setor.
Sobre as saídas de Wellington Paulista e de Farías, o dirigente confirma que existe proposta apenas pelo primeiro.
- Estamos aguardando, para esta segunda-feira, que o procurador do Wellington nos entregue a proposta de venda por escrito, do clube do Qatar. Com relação a clubes da Europa que o procuraram, não chegou nada de oficial. Com relação ao Farías, também não recebemos nenhuma proposta até o momento
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Multa contratual de Ronaldinho é três vezes maior que a de Neymar.
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A multa contratual para Ronaldinho sair do Flamengo e ir para um outro clube brasileiro é de R$ 325 milhões.
Para efeito comparativo, a multa para um time nacional hoje chega a 60% do que seria necessário para tirar Lionel Messi, atual melhor do mundo, do Barcelona
Hoje, para Messi deixar o clube espanhol é preciso desembolsar, segundo o contrato, 250 milhões de euros (cerca de R$ 550 milhões).
Já o clube que quiser, por exemplo, ter o atacante Neymar terá que pagar R$ 100 milhões (45 milhões de euros) ao Santos
MULTA INTERNACIONAL
Se algum clube estrangeiro tiver interesse em tirar Ronaldinho terá que desembolsar ainda mais: R$ 400 milhões (quase 70% de Messi). A Lei Pelé permite que os valores sejam diferentes para times internacionais. "Para clubes de fora, o time pode estipular qualquer valor sem sofrer a redução", afirma o advogado Luiz Roberto Martins Castro
A redução referida é o fato de que o montante de R$ 325 milhões irá sofrer uma redução ano a ano, segundo estipula a Lei Pelé. Ao final do primeiro ano, por exemplo, cairá em 10%. No segundo, 20%, e no terceiro, 40%.
O valor é bem acima do que o próprio Flamengo pagou para o Milan, com ajuda da Traffic, empresa parceira do clube carioca, que foi de R$ 6,7 milhões.
"Claro que tem uma cláusula sobre isso. Sei o valor, mas não vou te falar. O contrato foi celebrado entre as duas partes e não queremos divulgar detalhes", afirmou o vice-presidente de futebol do Flamengo, Luis Augusto Veloso.
Roberto Assis não foi encontrado para comentar o assunto.
O valor da multa foi obtido direto do contrato do jogador, assinado na noite de segunda-feira em uma churrascaria no Rio com o atleta, o irmão/agente Roberto Assis, a presidente do Fla, Patricia Amorim, o vice do Milan, Adriano Galliani, e mais outros integrantes da direção rubro-negra.
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Messi festeja Bola de Ouro e diz que se surpreendeu com o prêmio.
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Na primeira eleição conjunta de Fifa e Bola de Ouro, não venceu quem decidiu a Copa do Mundo. Messi superou os companheiros de Barcelona Iniesta e Xavi e abriu a nova era do prêmio, embora já fosse oficialmente o melhor do mundo desde 2009.
O argentino recebeu 22,65% dos votos da eleição, ficando no final até bem à frente de Iniesta (17,36%) e Xavi (16,48%). Curiosamente, o holandês Sneijder teria vencido a Bola de Ouro na forma antiga, contando apenas os votos dos jornalistas.
Contando só a imprensa mundial, Sneijder teve 7,7% dos votos, contra 7,53% de Iniesta, 5,96% de Xavi e 4,38% de Messi. O que seria quarto colocado ficou com o troféu, e o que seria o melhor acabou até fora do pódio
"É um orgulho voltar aqui, ainda mais com meus companheiros. É um momento histórico para o Barcelona", falou Messi, que chegou sem a pompa do ano retrasado.
A "Gazzetta dello Sport" havia apontado para a vitória de Iniesta, o que fez com que o triunfo de Messi fosse recebido com surpresa tanto na Espanha quanto na Argentina. Até Messi estranhou.
"Não esperava ganhar hoje [ontem]. É um dia especial para mim. Quero compartilhar o prêmio com todos os companheiros, com minha família, que sempre me apoiou, e com todos os barcelonistas e argentinos."
Ele admitiu que não fez bom ano com a seleção, mas conta com um 2011 ótimo com a equipe, por conta da Copa América em seu país.
"Foi um ano especial com o clube, mas lamentavelmente não consegui o Mundial que tanto queria, e justamente ganhou a Espanha. Em 2011, teremos a chance de ganhar coisas importantes com a Argentina", falou.
Iniesta também não seria um melhor do mundo sem crítica. Ele não teve a regularidade de Xavi na temporada e lutou contra contusão em momentos cruciais da Copa dos Campeões (quando a Inter de Sneijder triunfou).
A eleição do melhor de 2010 teve mais peso da Fifa do que da Bola de Ouro. Na unificação dos dois principais prêmios do futebol, capitães e técnicos de seleções (Fifa) e jornalistas (Bola de Ouro) definiram os melhores.
Os "boleiros" da Fifa responderam por 2/3 da votação, e os jornalistas consultados pela "France Football", a criadora da tradicional Bola de Ouro, tiveram um peso menor (1/3) na escolha final.
Messi não fez gol na Copa da África do Sul, mas anotou pelo Barcelona 58 vezes em 54 jogos em 2010.
Iniesta foi eleito o melhor jogador da final da Copa do Mundo, mas não ficou entre os três melhores do Mundial.
O uruguaio Forlán foi o Bola de Ouro do torneio disputado na África do Sul.
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Marta ignora reinado no futebol mundial e pede pelas mulheres.
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"Que reinado?"
Assim Marta respondeu à Folha sobre sua hegemonia nos prêmios de melhor jogadora do mundo. Isso antes de vencer ontem pela quinta vez seguida o troféu da Fifa, algo inédito na história da votação, incluindo os homens, como Ronaldo e Zidane
"Nisso as mulheres ganharam mais. Eles [jogadores] já ganham milhões. Espero que com esse prêmio haja mais mídia e mais apoio ao futebol feminino", disse a alagoana, que já transformou suas lágrimas em algo esperado na cerimônia anual da Fifa.
Rival de Marta na eleição de melhor do mundo, a alemã Birgit Prinz reclamou da votação antes do resultado.
"Acho que poderia ser feita uma avaliação melhor, um acompanhamento melhor durante o ano. Há muita gente que entende de futebol feminino e há gente que poderia estar aqui [como finalista do prêmio]", declarou.
Marta preferiu elogiar as três finalistas, mas concorda que não é tão fácil renovar as duas melhores do mundo --a brasileira ganhou com 38,2% dos votos, Prinz teve 15,18% e a "novidade" Bajramaj, alemã, recebeu 9,96%.
"As três que estiveram aqui fizeram por merecer. Minhas concorrentes eram fortes. Mas é difícil olhar algumas ligas do futebol feminino. Eu acho que uma das grandes jogadoras do mundo e que tem um grande futuro é a Maurine, do Santos e da seleção brasileira", afirmou.
Marta, 24, não sabe sobre seu futuro. "Vamos ver como vai ficar a coisa no Santos. Espero que o time possa jogar na liga norte-americana. Este ano é importante para o futebol feminino, com Mundial e Pan-Americano."
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Copa pode transformar Iniesta em melhor do mundo em ano de lesões.
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Não importa o que aconteça até o fim da carreira do meia Andrés Iniesta: seu nome já está gravado na história do futebol. O jogador marcou o gol do primeiro título mundial da Espanha, na Copa do Mundo da África do Sul, no segundo tempo da prorrogação da final contra a Holanda, que terminou com vitória da Fúria por 1 a 0. Finalista à Bola de Ouro de 2010, prêmio de melhor jogador do mundo que será atribuído pela Fifa nesta segunda-feira, em Zurique, na Suíça, o espanhol conta com o feito no Mundial como principal arma para levar o troféu, que também será disputado por Xavi Hernández e Lionel Messi, seus companheiros no Barcelona.
Não que Iniesta não tenha demonstrado um futebol à altura para concorrer ao prêmio, mas, analisando todo o ano de 2010, nota-se que o espanhol foi, entre os finalistas, aquele que menos atuou pelo clube catalão, graças às seguidas lesões no primeiro semestre. No total, Iniesta jogou em 44 dos 58 confrontos do Barça em 2010, o que resulta em uma presença em 75% das partidas
Antes da Copa do Mundo, na metade de abril, o jogador teve constatada uma ruptura do bíceps femoral da perna direita, que o deixou fora de oito partidas seguidas de seu clube. Perto do Mundial, Iniesta ainda sofreu uma lesão leve em um amistoso contra a Polônia e teve de desfalcar a Espanha na estreia do torneio, na derrota por 1 a 0 para a Suíça.
Nos outros seis jogos na Copa do Mundo, porém, Iniesta mostrou um grande futebol, comandando o meio de campo da Fúria, que cansou de desfilar em campo as mesmas características do Barcelona: grande movimentação ofensiva e domínio da posse de bola.
Ao lado de Xavi, outro finalista da Bola de Ouro, Iniesta foi peça central para a conquista do primeiro título mundial da Espanha e, além de ter marcado na decisão contra a Holanda, também anotou um gol contra o Chile, na terceira rodada da fase de grupos.
Como inspiração para levar a Bola de Ouro, Iniesta pode ficar otimista se analisar o que ocorreu em 1998 e 2002. Na premiação daqueles anos, Zinedine Zidane e Ronaldo, respectivamente, foram laureados depois de terem marcado gols decisivos nas finais daquelas Copas do Mundo
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Relembre o
esporte em 2010.
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O ano prometia muito para o centenário do Corinthians. O técnico argentino Maradona prometeu ficar pelado. O mundo descobriu Larissa Riquelme, e a musa paraguaia prometeu se descobrir por completo nas ruas de Assunção, no Paraguai. Tudo não passou de promessa.
Promessa cumprida mesmo somente dentro de campo, com Paulo Henrique Ganso e Neymar. Do título Paulista e da Copa do Brasil pelo Santos ambos foram para a seleção brasileira. Mas apenas no segundo semestre, pois Dunga não os convocou para a Copa do Mundo.
Depois da derrota brasileira no Mundial da África do Sul, o Brasil também teve um novo treinador: Mano Meneses, que deixou o Corinthians e reformulou a seleção.
Antes, porém, a CBF quis Muricy Ramalho, que não aceitou e permaneceu no Fluminense e, alguns meses depois, foi campeão brasileiro.
Outra promessa que mudou de status foi a Espanha, campeã mundial de futebol. Assim também foi inédita a conquista do alemão Sebastian Vettel, na F-1. Já a seleção masculina de vôlei do Brasil, sem novidade, ganhou mais um Mundial.
Em comum nestes campeonatos todos: algumas marmeladas
A mesma marmelada fez rivais corintianos amolecerem jogos no fim do Campeonato Brasileiro. E o Fluminense sagrou-se campeão nacional. O tri do clube carioca, pois a CBF decidiu unificar as conquistas do Brasileiro com Taça Brasil e do torneio Roberto Gomes Pedrosa, que ocorreram de 1959 a 1970.
Assim, Palmeiras e Santos passaram a ser os maiores campeões, com oito conquistas cada.
Quem perdeu a chance de conquistar mais um título foi o Internacional. O clube de Porto Alegre foi a Abu Dhabi, no Mundial de Clubes da Fifa, e caiu nas semifinais. Derrota histórica para o Mazembe, do Congo, 2 a 0.
Nunca na história do futebol um clube sul-americano havia ficado fora da final do Mundial. Sorte da Inter de Milão (ITA), que venceu a final por 3 a 0 e conquistou o tri
Copa do Mundo
Antes de a primeira Copa do Mundo no continente africano começar, as apostas eram na Espanha (campeã
europeia) e no Brasil (campeão da América do Sul e da Copa das Confederações).
A Espanha cumpriu seu papel. O Brasil de Kaká, Felipe Melo e Dunga parou nas quartas de final, ante a Holanda de Sneijder, Robben e De Jong.
Depois de vários mundiais com a promessa de exibir um bom futebol, a Fúria espanhola foi pela primeira vez campeã, graças ao entrosamento de uma base formada no multicampeão Barcelona.
Os destaques foram o goleiro Casillas, o artilheiro David Villa, e os meio-campistas Xavi e Iniesta, este autor do gol da decisão contra os holandeses, 1 a 0 na prorrogação
A grande surpresa foi o quarto lugar do Uruguai, do atacante eleito o melhor do mundial, Diego Forlán. A principal decepção foi a França, eliminada ainda na primeira fase, em meio à crise entre jogadores e técnico.
Outro destaque foi a Alemanha, das revelações Özil e Miller, que nas quartas goleou a Argentina de Messi e Maradona por 4 a 0.
Musas da Copa
O mundo descobriu duas musas em 2010. Nenhuma delas é atletas, mas durante e depois da Copa do Mundo chamaram mais a atenção do que grande parte dos jogadores.
A primeira a aparecer foi a espanhola Sara Carbonero. Namorada do goleiro e capitão da Espanha, Iker Casillas, a repórter de TV chegou a ser acusada de distraí-lo na estreia da Fúria na Copa (derrota para a Suíça, 1 a 0). Após o título mundial, porém, ele foi recompensada com um beijo, ao vivo, enquanto entrevistava o namorado campeão
No entanto, quem foi considerada musa da Copa foi a paraguaia Larissa Riquelme. A modelo surgiu em fotos enquanto estava torcendo pela seleção de seu país, em Assunção, com o celular acomodado entre os seios.
Após a fama relâmpago em todo mundo, Larissa prometeu desfilar nua na capital do Paraguai caso a seleção nacional chegasse à final do Mundial. Os paraguaios perderam nas quartas. E a modelo pagou a aposta apenas em ensaios sensuais para revistas masculinas, inclusive no Brasil
F-1
Um ano de domínio da equipe Red Bull, que só não conquistou o título de pilotos com antecipação porque Sebastian Vettel e Mark Webber disputaram entre si o campeonato.
No fim, o alemão Vettel foi campeão, mas o vice ficou para Fernando Alonso, da Ferrari, considerado por alguns o melhor piloto do ano e, por outros, o vilão da temporada.
O melhor brasileiro foi Felipe Massa, na sexta colocação, mas sem uma vitória sequer. A grande chance de vencer no ano foi na prova da Alemanha. No entanto, naquela domingo, a mando da equipe, Massa cedeu a vitória para Alonso. O caso da marmelada foi julgado e rendeu apenas uma multa à Ferrari.
Rubens Barrichello em 11º, com algumas boas provas, e Bruno Senna, 20º, e Lucas Di Grassi, 24º, quase sempre retardatários, completaram o péssimo ano verde-amarelo na F-1. Veja a classificação final do Mundial
Libertadores
A Taça Libertadores vem, ano a ano, se tornando a grande obsessão dos clubes brasileiros. Este ano, cinco estiveram na disputa.
O Corinthians, com Ronaldo e o peso do centenário nas costas, caiu logo nas oitavas de final, após derrota para Flamengo. O clube carioca, porém, parou na rodada seguinte, ante ao Universidad do Chile.
O Cruzeiro caiu nas quartas também, eliminado pelo São Paulo, que deixou a competição na semi, contra o Internacional, em pleno Morumbi.
O colorado gaúcho foi campeão, pela segunda vez em quatro anos, após vencer os mexicanos do Chivas Guadalajara na final
Vôlei
A seleção masculina do Brasil conquistou a Liga Mundial pela nova vez e o Mundial de vôlei pela terceira. O grande nome da equipe comandada por Bernardinho foi o ponta Murilo, eleito o melhor do mundo e, posteriormente, atleta do ano em eleição do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
No entanto, uma das marcas deste ano ficou sendo a partida contra a Bulgária, no Mundial da Itália. Podendo perder para encarar uma chave mais fácil no decorrer da competição, os brasileiros jogaram a partida sem levantador.
A derrota brasileira gerou vaias dos torcedores, críticas e acabou sendo chamada de marmelada. Outras seleções, como os Estados Unidos, também usaram da mesma brecha no regulamento para ter o caminho facilitado
Já entre as mulheres, o Brasil ficou com o vice-campeonato Mundial, ao perder a final no Japão para a seleção da Rússia. A equipe comandada por José Roberto Guimarães também foi vice do Grand Prix disputado na China, ao ser derrotada pelos Estados Unidos.
Basquete
O basquete também teve em 2010 seus campeonatos mundiais tanto no masculino quanto no feminino.
Entre os homens, o Brasil depositava esperança na geração de Leandrinho, Varejão e Tiago Spliter (Nenê, lesionado, foi cortado antes do torneio).
No entanto, apesar de alguns bons momentos dentro da competição, a seleção acabou derrotada pela Argentina, nas oitavas de final.
Os americanos retomaram o posto de melhor time do mundo ao venceram a final contra a Turquia, dona da casa.
No torneio feminino, a seleção brasileira ficou apenas na nona colocação, após um desempenho fraco na competição. As campeãs foram as americanas, como no Mundial masculino, vencendo as anfitriãs (República Tcheca) na final
Tênis
Por mais um ano, o tênis mundial foi bipolarizado entre Rafael Nadal e Roger Federer.
O espanhol conquistou três Grand Slams (Roland Garros, Wimbledom e Aberto dos EUA --este pela primeira vez) e terminou o ano como número 1
O suíço --que começou como número 1 e terminou como 2-- ganhou o Aberto da Austrália e as Finais da ATP.
E o que sobrou para Novak Djokovic, número 3 do mundo? Comandar a Sérvia na conquista do inédito título da Copa Davis, em dezembro.
Entre as mulheres, a dinamarquesa Caroline Wozniacki terminou o ano como a número um.
O Brasil viu Thomaz Bellucci atingir a 21ª colocação no ranking mundial, a melhor de um brasileiro desde Gustavo Kuerten. O paulista terminou o ano em 31º, com um título, em Santiago (CHI). Mas também foi um dos principais responsáveis pela eliminação do país na Copa Davis, após derrota para a Índia.
No fim do ano, depois de criticar os técnicos brasileiros, Bellucci confirmou que vai ser treinado por Larri Passos, ex-técnico de Gustavo Kuerten
Mulheres brasileiras
Três atletas brasileiras se destacaram individualmente em 2010.
No atletismo, Fabiana Murer, 29, conquistou o Mundial Indoor e a Liga de Diamante no salto com vara. Em dezembro, ganhou o Prêmio Brasileiro Olímpico como melhor do ano.
Na natação, Ana Marcela Cunha, 18, ganhou a Copa do Mundo de maratonas aquáticas, tornando-se a mais jovem a alcançar tal feito.
Na ginástica, Jade Barbosa, 19, depois de afastada das competições nos últimos anos devido a uma grave lesão no punho, ganhou a medalha de bronze no salto sobre a mesa
Campeão brasileiro
Um torneio que começou antes da Copa e terminou bem depois, teve o Corinthians entre os três primeiros durante todo o ano e o Fluminense campeão após liderar 22 das 38 rodadas. O Cruzeiro, com uma grande recuperação, foi vice, deixando os corintianos na terceira colocação e sem conquistar um título sequer no ano do centenário.
Quem não conseguiu se recuperar e caiu para a Série B foram: Vitória, Guarani, Goiás e Grêmio Prudente (que começou o ano como Grêmio Barueri). Os outros paulistas fizeram um campeonato medíocre: Santos, 8º, São Paulo, 9º, e Palmeiras, 10º
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CBF vai unificar títulos brasileiros anteriores a 1971.
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Santos e Palmeiras, com oito títulos cada, são os maiores campeões brasileiros da história, já que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) vai unificar até o fim deste ano os títulos nacionais conquistados antes de 1971, quando teve início a disputa do atual Campeonato Brasileiro.
De acordo com o Jornal Nacional, da TV Globo, os títulos da Taça Brasil e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa passarão a ter valor equivalente à conquista do Fluminense em 2010, por exemplo. O São Paulo, que comemorava sua hegemonia desde a conquista do sexto título em 2008, está agora no
terceiro lugar do ranking de glórias nacionais.
Com a decisão, o Santos 'pulou' de duas para oito conquistas (venceu a Taça Brasil de 1961 a 1965 e o Roberto Gomes Pedrosa de 1968, além dos títulos de 2002 e 2004). Já o Palmeiras, dobra seu número de títulos: as quatro conquistas do Brasileirão somam-se aos títulos da Taça Brasil de 1960 e 1967 e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, também em 1967 e em 1969.
Bahia, Cruzeiro, Botafogo e Fluminense também 'ganharam' uma conquista. A decisão muda também o rótulo de primeiro campeão do país, que era do Atlético-MG, campeão brasileiro em 1971. A honra agora será do Bahia, vencedor da Taça Brasil de 1959.
Veja a lista de títulos reconhecidos pela CBF:
Taça Brasil
1959 - Bahia

1960 - Palmeiras
1961 - Santos
1962 - Santos
1963 - Santos
1964 - Santos
1965 - Santos
1966 - Cruzeiro
1967 - Palmeiras
1968 - Botafogo

Torneio Roberto Gomes Pedrosa/Taça de Prata
1967 - Palmeiras

1968 - Santos

1969 - Palmeiras

1970 - Fluminense

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